Playstation 3, Move, Sports Champions e Playstation Network

24 de janeiro de 2011 § 0


Finalmente posso falar um pouquinho sobre o PS3 tendo um em casa. Há pouco mais de duas semanas venho jogando quase todas as noites. Comprei o PS3 de 320GB Move Bundle. Não foi fácil decidir qual dos consoles de última geração escolher pois o Xbox 360 com o Kinect promete muito, no entanto não me arrependi em minha escolha.

O kit do Move que vem no Bundle é composto pela PS Eye, um PS Move Motion e pelo jogo Sports Champions. Para aproveitar que estava comprando diretamente dos EUA comprei também um Bundle de um Move Motion com um Navigation Controller. A instalação é fácil, plug n' play, não tem segredo, só precisa de um ambiente com um bom espaço livre, aqui em casa eu sofro um pouco porque minha sala é apertadinha.


Jogando Sports Champions com dois Move Motion por IGNentertainment

Sports Champion vem com seis modalidades que são: Disco Golf, Duelo entre Gladiadores, Arco e Flecha, Vôlei de Praia, Bocha e Tênis de Mesa. Joguei um pouco de todas, mas as que eu mais gostei são Arco e Flecha e Duelo entre Gladiadores, as outras pra mim são bacanas para brincar com a família. A percepção dos movimentos com o Move Motion pela PS Eye são demais, a sensação é a de que estou mesmo segurando um arco assim como um escudo e uma espada, show de bola! (não vejo a hora de sobrar uma grana para comprar Killzone 3)

A diversão é certa com o Move, não posso dizer que ele é melhor que o Kinect, para decidir em qual console investir uma grana, primeiro verifique sua lista de jogos e decida quais são os que te agradariam mais, talvez seja até o Wii.

Outro recurso interessante do PS3 é a possibilidade de jogar online, compartilhar troféus com o Facebook e baixar jogos, packs, demos e muito mais através da PSN (Playstation Network). Logicamente não poderia ter um PS3 e deixar de acessar esses recursos, então outro gasto que tive foi ter que comprar um roteador wireless. Comprei o D-Link DIR-600, pesquisei bastante em fóruns para saber qual comprar, sua instalação é simples, em português, quase plug n' play. O sinal é bom, pois atravessa duas paredes que ficam entre o quarto e a sala, jogo de boa online e nem tenho uma superconexão, uso o Virtua 1MB.

Para acessar a PSN tem um esquema, o acesso é bloqueado caso increva-se com o endereço aqui do Brasil. Então para ter acesso liberado cadastra-se com um endereço dos EUA para ter acesso a PSN americana ou com um endereço de Portugal para ter acesso a PSN européia. Utilizei o site da GameStop para conseguir o endereço: Find a Store. Não me interessei em fazer um cadastro para comprar jogos via cartão de crédito, então não sei como fazer, fazendo tudo certinho terá como baixar tudo que for gratuito como demos de jogos.

Para quem sempre foi um fã de consoles desde Super Charger, Mega Drive, Sega CD, Playstation, Nintendo 64 e Playstation 2, jogar em alta definição é um sonho. Finalmente estou colocando a prova a capacidade da minha Philips 32PFL5403. Comprei, gastei e tenho a certeza de ter feito uma excelente escolha.

Programa do Ratinho: Kit Gay

9 de janeiro de 2011 § 0

Parte 1

Parte 2


Debate entre Jair Bolsonaro deputado federal (RJ) e Toni Reis presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) realizado no programa do Ratinho na segunda-feira 13 de dezembro de 2010.

Eu realmente não sou de assistir o Ratinho quando chego cansado à beça do trabalho,  mas nesse dia enquanto passeava pelos canais parei pois o assunto me chamou a atenção. Publicaram já algum tempo no Youtube e está aqui.

Certa vez disse Arnaldo Jabor:
Antigamente o homossexualismo era proibido no Brasil. Depois passou a ser tolerado. Hoje é aceito como coisa normal. Eu vou-me embora antes que passe a ser obrigatório.

Michael Swift: "Gay Revolucionário"

7 de janeiro de 2011 § 0


Encontrei por acaso o artigo "Gay Revolucionário", do pseudônimo Michael Swift, publicado pela revista Gay Community News em fevereiro de 1987, quando procurava no google notícias sobre política e homossexualidade.
Vamos sodomizar seus filhos, emblemas de sua frágil masculinidade, de seus sonhos superficiais e mentiras vulgares. Vamos seduzi-los nas escolas, nos dormitórios, nos ginásios, nos vestiários, nas quadras de esportes, nos seminários, nos grupos de juventude, nos banheiros dos cinemas, nas casernas do exército, nas paradas de caminhões, nos clubes masculinos, nas suas casas do Congresso, onde quer que homens fiquem juntos com homens. Seus filhos se tornarão nossos subordinados e cumprirão nossas ordens. Serão refeitos à nossa imagem. Irão ansiar por nós e adorar-nos.

Todas as leis proibindo a atividade homossexual serão revogadas. Em vez disso, serão expedidas leis que produzam o amor entre homens. Todos os homossexuais devem unir-se como irmãos; devemos nos unir artística, filosófica, social, política e financeiramente. Só triunfaremos quando apresentarmos uma face comum para o odioso inimigo heterossexual.

A unidade familiar - campo crescente de mentiras, traições, mediocridade, hipocrisia e violência - será abolida. A unidade familiar, que só refreia a imaginação e reprime o livre arbítrio, deve ser eliminada. Meninos perfeitos serão concebidos e criados no laboratório genético. Irão unir-se num ambiente comunitário, sob o controle e instrução de cientistas homossexuais.

Todas as igrejas que nos condenam serão fechadas. Nossos únicos deuses são jovens bonitos. Aderimos a um culto de beleza, moral e estética. Tudo que é feio, vulgar e banal será aniquilado. Desde que estamos afastados das convenções heterossexuais da classe média, temos liberdade para viver para viver de acordo com os ditames da pura imaginação. Para nós demais não é suficiente.

Seremos vitoriosos porque estamos cheios da amargura feroz dos oprimidos, forçados a desempenhar partes aparentemente diminutas em seus tolos espetáculos heterossexuais através das idades. Nós também somos capazes de disparar armas e guarnecer as trincheiras da revolução final.

Trema, porco hetero, quando aparecermos diante de você sem máscaras.
Fonte: DOBSON, James - "Educando Meninos" São Paulo: Mundo Cristão, 2003, p. 136-137

Olavo de Carvalho: A opinião na camisa de força

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A opinião na camisa de força
O PL-122/06 é uma camisa de força mental que impõe aos críticos do homossexualismo uma obrigação impossível, a de criticar sem críticas.

Olavo de Carvalho - 3/1/2011 - 20h33

As declarações recentes da Igreja Anglicana do Brasil em favor do Projeto de Lei 122/06 fornecem-nos o exemplo completo e acabado da duplicidade de linguagem a que é preciso recorrer quando se defende o indefensável. Embora o estilo bífido seja o mais notório hábito do demônio, seu emprego não merecendo respeito nem tolerância, sobretudo quando praticado em nome da religião, isto não implica, da parte de seus usuários, nenhuma intenção consciente de ludibriar o ouvinte ou leitor.

Ao contrário: nos dias que correm, aquela ambiguidade sorrateira, perversa, que encobre com as mesmas palavras as ações mais opostas e contraditórias, já se tornou em muitas pessoas um vício automatizado e quase que uma segunda natureza. Isso não as desculpa de maneira alguma: o mal não se faz menos detestável porque uma rotina entorpecente o tornou indiscernível do bem.

Em si, o documento não tem aquele mínimo de consistência que o tornaria merecedor de uma resposta. Está abaixo da possibilidade de ser debatido; só pode ser analisado como sintoma de vícios de pensamento que hoje em dia são gerais e endêmicos na sociedade brasileira.

O objetivo nominal com que se apresenta é contestar, com ares de quem passa pito, algumas objeções correntes àquela proposta legislativa, especialmente as que a vêem como instrumento destinado a limitar severamente a liberdade de expressão.

"Crítica comum ao PLC nº 122/06 é a de que o mesmo proibiria as pessoas de 'criticarem a homossexualidade' (sic) e que implicaria numa 'ditadura', numa 'mordaça' àqueles que 'não concordam com o estilo de vida homossexual'. Contudo, essas colocações se pautam ou em um simplismo acrítico ou em má-fé de seus defensores."

Contra essa objeção, alega a Igreja Anglicana que naquele projeto de lei "não há criminalização específica da discriminação não-violenta por orientação sexual ou por identidade de gênero". Assim, estaria resguardado o direito à crítica: "Opiniões respeitosas, embora críticas, à pessoa homossexual não configurarão crime por força do PLC nº 122/06".

Se o leitor suspira aliviado diante dessas observações, faria melhor em notar que elas significam o oposto do que parecem dizer. Prossegue o documento: "Criticar a homossexualidade e não a pessoa homossexual concreta implica em (sic) um discurso segregacionista ... que se equipara a discursos de ódio que não pode ser tolerado."

A redação abominável mal esconde o sentido ameaçador daquilo que pretende vender como inofensivo: você pode criticar o homossexual por qualquer outra coisa – por usar uma gravata berrante, por cometer tantos erros de português quanto o porta-voz da Igreja Anglicana ou por soltar gases no elevador – mas nunca por sua conduta homossexual.

Pior: não pode falar mal do homossexualismo em si, genericamente, sem qualquer referência a uma pessoa concreta, pois ser contra o homossexualismo é "discurso de ódio" obviamente punível pelo PLC-122/06.

Mais claramente ainda, o documento afirma que todas as modalidades de discriminação serão castigadas, ainda que "sejam tais ações perpetradas por motivação moral, ética, filosófica ou psicológica."

Quer dizer: a motivação moralmente elevada e a alta elaboração intelectual da crítica ao homossexualismo não a tornarão menos criminosa, nem menos punível.

Notem que aí o conceito de discriminação abrange quatro ações possíveis: agredir, constranger, intimidar e vexar. Vexar, prossegue o documento citando o Dicionário Houaiss, é "causar vexame ou humilhação, sendo vexame tudo o que causa vergonha ou afronta".

Ora, qualquer ensinamento que tente mostrar a um cidadão o caráter imoral ou pecaminoso da sua conduta, mesmo que o faça nos termos mais gentis e carinhosos do mundo, não tem como deixar de lhe infundir um sentimento de vergonha.

Mais que vergonha, culpa e arrependimento, que não vêm sem humilhação. Em suma: a simples pregação moral que tente induzir um indivíduo a abandonar as práticas homossexuais já está catalogada de antemão como crime e nivelada às ações de "agredir, constranger e intimidar".

A permissão de "opiniões respeitosas, embora críticas" é com toda a evidência uma armadilha destinada a proibir toda e qualquer opinião crítica, mesmo moralmente digna e fundada em motivos intelectualmente relevantes.

A própria escolha do adjetivo revela a ambiguidade maliciosa do autor do escrito. "Opiniões respeitosas", diz ele. Respeitosas a quem e a quê? Respeitosas à pessoa humana somente ou respeitosa aos seus hábitos homossexuais também?

É evidente que, se alguém considera um hábito respeitável, não tem por que criticá-lo do ponto de vista moral; se o critica, é porque não o considera respeitável de maneira alguma. Dito de outro modo: você pode criticar o homossexual, desde que aceite sua conduta homossexual como respeitável e superior a críticas e desde que se abstenha de dizer até mesmo alguma palavra contra a homossexualidade em geral.

Chamar isso de mordaça é eufemismo. Mordaça impede apenas de falar, não de pensar. O PL-122/06 não é uma mordaça: é uma camisa de força mental que impõe a todos os possíveis críticos do homossexualismo uma obrigação psicológicamente impossível, a de criticar sem críticas. Muito mais que restringir a liberdade de expressão, estrangula a liberdade de pensamento.

É uma lei propositadamente absurda, feita na base da estimulação contraditória para instilar na população um estado de perplexidade apatetada, temor irracional e obediência canina.

Se esse monstrengo jurídico digno da Rainha de Copas nasceu da pura confusão mental de seus autores ou de um propósito maquiavélico de reduzir o público à menoridade mental, é algo que se pode conjeturar. As duas hipóteses não se excluem – nem no projeto em si, nem na sua apologia anglicana.

Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia


Não encontrei uma declaração oficial da Igreja Anglicana no Brasil sobre a PLC nº 122/06, no entanto encontrei um e-mail do Reverendo Hermany Soares dirigido ao Olavo, no qual faz algumas considerações sobre o texto "Camisa-de-força".

IGN Debate: Kinect vs. Move

1 de janeiro de 2011 § 0


Pra quem gosta de games e pretende gastar nos consoles da nova geração essa deve ser a dúvida do momento: Kinect ou Move? Qual o melhor?

Bom, eu ainda não tenho nenhum dos consoles, mas espero que minha irmã traga como prometido o PS3 com o kit do Move, assim que voltar de sua viagem a NY. Porque preferi o Move? Por tudo que o Greg Miller da IGN disse. Para um jogador hardcore, que gosta de precisão, necessário para jogos de FPS o Move arrebenta disparado. Podem até falar que o Move é o Wii de Blu-ray, mas não tem conversa, olhem o vídeo de Killzone 3.

 Precisão em jogos FPS.

Lógico, quem preferir o Move terá de preparar o bolso pois terá de gastar com mais acessórios, como o Move Motion e o Navigation Controller além do Playstation Eye. Supondo que já tenha o PS3, para ter um kit básico para dois jogadores gastaria cerca de $210,00 (fonte: GameStop), o Eye, o jogo Sports Champions, dois Move Motion e um Navigation Controller. Aqui no Brasil o kit com o jogo Sports Champions mais o Eye e um Move Motion está na faixa de R$599,00 (fonte: Submarino).

O Kinect tem lá suas grandes vantagens com certeza, ele não precisa de mais nenhum outro acessório para captar o movimento dos jogadores, assim seu ponto forte é a inovação. Sem dúvida deve ser fascinante jogar sem ter de segurar um controle, ver seus movimentos serem percebidos livremente, como demonstrado no vídeo abaixo de Dance Central.

Movimentos livres do uso de controles.

Para quem gosta de diversão lite em família provavelmente o Kinect será a melhor escolha. Eu fiquei com o Move. ^^

Dane Cook: Espirro do Ateu

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Já circula a algum tempo na internet, é bem engraçado e fica a dica. ^^

Lucas 2:11

24 de dezembro de 2010 § 0


"Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor". (Lucas 2:11)

Antes de pensarmos se é certo ou errado a maneira como celebramos o natal, lembremos do essencial, Jesus o Cristo nasceu, viveu, morreu por nós e ressuscitou para termos uma nova vida. Que todos tenham um ótimo momento em família esta noite. Graça e paz da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.